quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Fica tão claro a qualquer um o quanto te gosto, meu bem. No andar lento à tua escolta, no notar atencioso de tuas falas, no olhar fixo em teus orbes brilhantes que parecem me sugar, na perdição do labirinto teu que me faz perder o meu eu mais consciente. Fernanda, Fernanda, chega a ser pecado me esnobar assim, quando tanto te tenho a oferecer, me instigas o apetite emocional, me move o motor da saudade quando distancia. Eu acho, só acho, bem de repente, sem cobranças, que devias valorar mais o que te cultivo, o que te deixo crescer em mim, principalmente nos teus dias de seca, onde murchas o caráter de tudo. Que vá além...

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