domingo, 11 de dezembro de 2011

Pra ser feliz...

Cá estou eu, sentada nos degraus da varanda com meu café frio, te esperando com os braços abertos, com a certeza que não demorará a dobrar a esquina e encontrar meu olhar com o teu e ai sim deixar tua alma se perder na minha antes mesmo de alcançar meu jardim. Sei que quando você se aproximar irei correr ao seu encontro, que irá me abraçar forte e me tirar do chão enquanto sussurra ao meu ouvido que eu não devia ter andado descalça no chão frio, mas que irá cuidar de mim se eu adoecer e quando eu me derreter com essas palavras te soltarei e andarei segurando sua mão ansiosa por poder reviver a mesma realidade todos os dias. Por que não se pode descrever com poesias os beijos e carinhos, não se coloca em música as manhãs no qual espero você voltar ou as que te deixo ir, nem nada compara a urgência do meu coração de te ter e te ouvir dizer mais uma vez que me ama. Eu preciso tanto desse teu abraço, desse teu sorriso, dessa tua paz.

Um não tão sim...

Há dias que quer, outros que não suporta, confunde minha cabeça que quer bater à tua porta 3:00 da manhã pedindo atenção. Se tanto diz sentir saudade, porque custa a responder meus chamados? Um único segundo que separa o "eu e você" do "nós", meu céu e meu inferno.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011


Machuca e cansa escrever sobre vocês, sabia?! É estranho me pararem para perguntar: ” E esta Fernanda, quem és?” Pior ainda, amor, é não poder te revelar, te comprimir, te enterrar na minha alma, tão fundo, que esconda o quanto me fazes sofrer ultimamente. Então por favor, volta, quero sorrir e te apontar ao longe, mesmo sem pretensões e dizer, é ela.
Fica tão claro a qualquer um o quanto te gosto, meu bem. No andar lento à tua escolta, no notar atencioso de tuas falas, no olhar fixo em teus orbes brilhantes que parecem me sugar, na perdição do labirinto teu que me faz perder o meu eu mais consciente. Fernanda, Fernanda, chega a ser pecado me esnobar assim, quando tanto te tenho a oferecer, me instigas o apetite emocional, me move o motor da saudade quando distancia. Eu acho, só acho, bem de repente, sem cobranças, que devias valorar mais o que te cultivo, o que te deixo crescer em mim, principalmente nos teus dias de seca, onde murchas o caráter de tudo. Que vá além...